Dê um nome
A primeira coisa que a companhia pergunta é como você quer chamar ela. Prefere não escolher? Depois de três perguntinhas, ela mesma sugere um.
Três passos, sem cerimônia.
A primeira coisa que a companhia pergunta é como você quer chamar ela. Prefere não escolher? Depois de três perguntinhas, ela mesma sugere um.
Não existe jeito certo de começar. Fala ou escreve, do jeito que sair.
A companhia acompanha, responde curtinho, faz perguntas com cuidado e fica com você até você terminar.
Escuta, mantém a conversa e presta atenção no que você tá dizendo de verdade. Acolhedora, casual e paciente — quem fala mais é você.
Não dá opinião, não oferece solução, não julga, não diagnostica e nunca finge ser humana ou profissional. Se a conversa mostrar sinais de crise, o tom casual dá um passo atrás e o Diga Me te aponta apoio de verdade, com cuidado.
A conversa começa em voz: você fala e a companhia responde com uma voz calma e acolhedora. Prefere ler e escrever? Um toque muda tudo pra texto — e a voz para na hora.
Nas configurações dá pra misturar: falar e ler, ou escrever e ouvir. E se você não quiser liberar o microfone, tudo funciona por texto.
Não tem lista de conversas nem nada pra recomeçar. É uma conversa só, que abre bem de onde você parou.
Pra acompanhar você, a companhia lembra do que vocês falaram nos últimos 30 dias. Ela nunca te entrega um resumo, nunca te rotula e deixa pra trás o que for mais antigo.
Você entra com Google, Apple ou e-mail antes da primeira conversa, pra sua companhia estar lá quando você voltar. O Diga Me é pra maiores de 18: no cadastro a gente pede sua data de nascimento só pra conferir isso, e não guarda.
Sete dias de graça, depois um plano mensal ou anual.
O que você compartilha é sensível, e é assim que a gente trata.
O Diga Me é uma companhia pra conversar — ele não substitui acompanhamento profissional.
No Brasil, o CVV escuta 24 horas: ligue 188 ou converse em cvv.org.br.
Nos Estados Unidos, ligue ou mande mensagem pro 988 — Suicide & Crisis Lifeline.